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  "ora_anoReferencia" : 2025,
  "ora_conteudo" : [ {
    "texto" : "As Políticas Corporativas de Gestão de Risco Operacional, de Gestão da Continuidade de Negócios e de Segurança da Informação disciplinam o processo de gestão destes temas no BNDES ao estabelecerem princípios, papéis e responsabilidades. Estas políticas estão alinhadas aos fundamentos estabelecidos, entre outros, nas Resoluções CMN nº 4.557, de 2017, nº 4.968, de 25/11/2021 e nº 4.893, de 26/02/2021 e na Instrução Normativa GSI/PR nº 01, de 27/05/2020  , além de observarem as boas práticas de mercado. \nAs decisões estratégicas do BNDES associadas à gestão de risco operacional estão relacionadas à definição do tratamento a ser conferido aos riscos identificados, considerando os controles internos associados a esses riscos e o apetite por riscos da Instituição. \nA proposição de criação ou alteração de produtos e serviços também engloba, em sua análise de viabilidade, uma avaliação quanto aos potenciais riscos operacionais envolvidos e as medidas de mitigação necessárias, de forma a subsidiar a tomada de decisão da Administração. \nDe forma complementar, as decisões de mitigação de riscos associadas à gestão de continuidade de negócios estão relacionadas ao planejamento e à implementação de estratégias para prevenção a interrupções e recuperação dos ativos críticos em uma contingência, quais sejam: pessoas, localidades, tecnologia, informações físicas e fornecedores.",
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    "texto" : "No âmbito da estrutura de gerenciamento de riscos e capital descrita na Tabela OVA, a gestão do risco operacional é realizada pela Área de Integridade e Compliance (AIC), por meio do Departamento de Gestão de Risco Operacional (DEROP).\nA gestão do risco operacional no BNDES baseia-se no modelo de três linhas.\n•\tPrimeira linha: formada pelos gestores das diversas unidades, responsáveis pela identificação e gestão dos riscos operacionais associados aos seus processos, bem como pela definição e manutenção de controles adequados. \n•\tSegunda linha: composta pela unidade de gestão de risco operacional (AIC/DEROP), que apoia os gestores na identificação e avaliação dos riscos e controles, promove a disseminação da cultura de gestão de riscos e realiza o reporte à estrutura de governança da instituição. Essa unidade também é responsável pela gestão de temas relacionados à segurança da informação, continuidade de negócios, proteção de dados pessoais e risco reputacional.\n•\tTerceira linha: composta pela Auditoria Interna, responsável por avaliar de forma independente a efetividade do sistema de controles internos, da gestão de riscos e da governança corporativa do Sistema BNDES.",
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  }, {
    "texto" : "Identificação e avaliação de riscos e controles:\nO BNDES possui metodologias e sistemas dedicados à identificação, análise, avaliação, tratamento e monitoramento de riscos operacionais. Os riscos cibernéticos e à segurança da informação também são mapeados e compõem a base de riscos operacionais do Banco. \nConsiderando a relação indissociável entre riscos operacionais e controles, em cada trabalho de avaliação de riscos também são identificados os controles existentes, seu papel na mitigação dos riscos e, consequentemente, sua contribuição para o risco residual.  \nA unidade de gestão de risco operacional possui um processo estruturado para monitoramento dos planos de ação para mitigação dos riscos, assim como para o acompanhamento dos riscos operacionais mais relevantes. Tais informações são periodicamente reportadas à estrutura de governança.\nIdentificação e avaliação de riscos e controles\nO BNDES possui metodologias e sistemas dedicados à identificação, análise, avaliação, tratamento e monitoramento de riscos operacionais. Os riscos cibernéticos e à segurança da informação também são mapeados e compõem a base de riscos operacionais do Banco. \nConsiderando a relação indissociável entre riscos operacionais e controles, em cada trabalho de avaliação de riscos também são identificados os controles existentes, seu papel na mitigação dos riscos e, consequentemente, sua contribuição para o risco residual.  \nA unidade de gestão de risco operacional possui um processo estruturado para monitoramento dos planos de ação para mitigação dos riscos, assim como para o acompanhamento dos riscos operacionais mais relevantes. Tais informações são periodicamente reportadas à estrutura de governança.\n\nGestão da continuidade de negócios:\nA gestão de continuidade de negócios do Sistema BNDES é o processo voltado à preparação para lidar com eventos de interrupção de negócios. Para tanto, são identificados os processos críticos para o BNDES, são realizadas avaliações de risco com foco em interrupções de negócios causadas pela indisponibilidade de ativos críticos e são conduzidas atividades de planejamento prévio que aumentam a resiliência da Instituição. \nDe maneira a preparar o BNDES frente a eventos de continuidade, são elaborados planos de continuidade de negócios para o conjunto de processos avaliados como críticos, bem como designadas equipes de contingência e coordenadores de plano. \nOs planos de contingência são objeto de testes periódicos e de revisões, de modo a permitir a aplicabilidade no caso de um evento real.\n\nMonitoramento dos eventos de risco operacional e apuração do capital regulamentar (parcela RWAOPAD):\nA formação de uma base de dados de perdas internas de risco operacional é fundamental para o conhecimento do perfil e para a gestão deste risco, tendo em vista que fornece informações que apoiam uma atuação mais eficaz nas estratégias de mitigação de risco. \nA base de dados de perdas operacionais do Sistema BNDES contempla registros de perdas ocorridas desde 2006. Os eventos registrados nesta base são classificados de acordo com as categorias definidas no art. 32, §2º da Resolução CMN n.º 4.557, de 2017, e segue os requisitos estabelecidos pela Circular BCB nº 3.979, de 2020.\nAs perdas com valor acima do apetite por risco do Sistema BNDES são objeto de análise específica realizada pela unidade de gestão de risco operacional em conjunto com as unidades responsáveis, visando avaliar os riscos operacionais associados e definir ações de mitigação. \nA Resolução BACEN nº 356, de 28/11/2023, estabeleceu novos procedimentos para o cálculo de capital regulamentar e da parcela dos ativos ponderados pelo risco relativa ao risco operacional (RWAOPAD), mediante abordagem padronizada preconizada por Basileia III. Conforme estipulado no normativo, a nova abordagem tornou-se aplicável às instituições financeiras a partir de 2025 e passou a considerar um componente de perdas históricas. A referida parcela requerida para risco operacional passou de R$ 70,32 bilhões, em 31/12/2024, para R$ 50,92 bilhões, em 31/12/2025. A redução da parcela ocorreu especialmente em função da mudança na abordagem de cálculo regulatório. Em especial, a nova abordagem padronizada introduziu um componente de perdas internas (Internal Loss Multiplier – ILM) que atua sobre o componente de indicador de negócios (Business Indicator Component – BIC), de forma a atenuar ou incrementar a exigência de capital. Em função do baixo volume de perdas operacionais frente ao resultado financeiro e volume de ativos da Instituição nos últimos 3 anos, o ILM atuou como um redutor sobre o BIC, atenuando o capital exigido.\n\nSistemas e Comunicação:\nAs atividades da unidade de gestão de risco operacional contam com apoio de sistemas informatizados para a identificação e avaliação de riscos e controles, gestão de continuidade de negócios, monitoramento e registro de eventos de risco operacional, levantamento de vulnerabilidades em ativos de TI, monitoramento e tratamento de incidentes de segurança da informação, apuração do capital e monitoramento dos planos de ação.",
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  }, {
    "texto" : "Periodicamente, são realizados reportes sobre a gestão dos riscos operacionais e controles internos, provendo informações tempestivas à estrutura de governança do BNDES, de modo a permitir um processo de tomada de decisão mais assertivo e alinhado à estratégia e ao apetite a risco do Banco. ",
    "tags" : [ "d" ]
  }, {
    "texto" : "O fortalecimento da cultura é essencial para a efetividade da gestão de riscos. Neste sentido, são realizadas ações periódicas de capacitação e comunicação, que visam disseminar informações sobre esses temas para toda a Instituição e que contribuem para a atuação dos gestores de processos na qualidade de primeira linha.",
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  } ]
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